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| 1795 - 1863 |
John Knox, conselhos salutares
John Bunyan, definição de oração
John Owen, segurança da Fé
Modéstia no vestir
John Knox, conselhos salutares
"...queridos irmãos, se vocês buscam uma vida porvir, é necessário que vocês se exercitem no livro do Senhor seu Deus." Leia mais
John Bunyan, definição de oração
Derramar de modo sincero, consciente e afetuoso o coração e a alma diante de Deus... Leia mais
John Owen, segurança da Fé
Essa 'plena segurança' não é da natureza ou essência da (esperança), mas um grau especial em seu próprio desenvolvimento... Leia mais
Modéstia no vestir
"E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu" Leia mais
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A ordenança para o cântico do Salmos - Robert Shaw
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"...Cântico do salmos. Isto foi ordenado, sob o Antigo Testamento, como uma parte ordinária do culto a Deus e é distinguido da adoração cerimonial (Sl 69:30,31). Não foi ab-rogado sob o Novo Testamento, mas antes, confirmado (Ef 5:19, Cl 3:16). É sancionado pelo exemplo de Cristo e Seus apóstolos (Mt 26:30; At 16:25). Os Salmos de Davi foram especialmente planejado por Deus para o uso da Igreja, no exercício do louvor público, sob a antiga dispensação; e eles são igualmente adotados para o uso da Igreja sob a presente dispensação. Embora o apóstolo insista muito sobre a abolição das instituições rituais, eles não dão nenhuma intimação de que os Salmos de Davi sejam inadequados para adoração no tempo do evangelho. E se tivesse sido planejado que eles fossem colocados de lado na época do Novo Testamento, há razão em pensar que outra salmodia teria sido provida para substituí-los. No Livro dos Salmos há várias passagens que parecem indicar que eles foram planejados pelo Espírito para o seu uso na Igreja em todas as épocas. ‘Eu te exaltarei, ó Deus, rei meu’, diz Davi, ‘e bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos e para sempre’ (Sl 145:1). Isto insinua, como o excelente Matthew Henry observa, ‘que os Salmos que Davi compôs devem ser usados nos louvores a Deus na Igreja até o fim dos tempos’. Devemos louvar a Deus com nossos lábios assim como com nossos espíritos e devemos fazê-lo bem (Sl 33:3). Como isto é uma parte da adoração pública na qual toda a congregação deve unir suas vozes, as pessoas devem cultivar a música sagrada para que eles possam estar aptos a aderirem este exercício tornando-o harmonioso. Mas o mais importante é cantar com entendimento e com as afeições do coração correspondendo ao assunto daquilo que é cantado (Sl 47:7; 1 Co 14:15; Sl 108:1)."...
O uso exclusivo do saltério inspirado no culto a Deus - John Thomas Chalmers
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| 1860 - 1902 |
"...Como argumento final, que seja lembrado que o Novo Testamento não conhece nenhum livro de louvores que não seja o livro dos Salmos, não há insinuação alguma de que qualquer outro livro seja necessário ou que jamais teria sido dado à igreja. Não há uma direção dada a qualquer homem para elaborar tal livro, nem uma simples promessa da influência do Espírito Santo para assistir qualquer pessoa a produzir um. Quando Jesus “ascendeu aos céus e deu dons aos homens” (Ef 4:8), ele derramou sobre Sua igreja todos os dons necessários para edificação para até o fim dos tempos. Ele deu alguns evangelistas, alguns pastores e mestres, para o aperfeiçoamento dos santos, para edificação do corpo de Cristo. Agora, se tivesse sido necessário para a edificação de Sua igreja, não seria sensato supor que entre os outros dons Ele teria conferido o Espírito de Salmodia? Mas é vão tentarmos procurar o dom de um Salmista ou o Espírito de Salmodia. Nenhum ofício de compositor de hinos é mencionado. Os apóstolos e todos aqueles que creram pela palavra deles tinham, e ainda têm, a promessa do Espírito Santo para ajuda-los em sua dificuldades quanto à oração e em tudo que entra no culto cristão, menos a preparação de cânticos de louvor. Há a promessa da ajuda do Espírito no oferecimento do louvor, pois Paulo diz: “Eu cantarei com o Espírito” (1 Co 14:15); mas não há absolutamente nenhuma promessa de Sua assistência na composição da matéria para ser usada no louvor. Procure por tal evidência do começo ao fim do Novo Testamento, e você procurará em vão. Não há promessa feita para um outro sistema que substituísse o Livro dos Louvores (Livros dos Salmos).
Se a coleção de salmos, hinos e cânticos espirituais, que têm sido o suficiente manual de louvor por muitas gerações, têm sido inadequados para as necessidades dos santos na dispensação do evangelho, então, Aquele que inspirou um João e um Paulo a fazerem uma clara e completa revelação das doutrinas da graça teria também tocado os lábios e adaptado as harpas de outros ‘Davis’ e ‘Asafes’. A ausência de tal provisão pode ser aceita como prova da suficiência de um livro de cânticos já existente para satisfazer cada possível necessidade nesta importante parte do culto a Deus.
A conclusão é inevitável. Este Livro de Louvores é o único que possui a marca do Senhor da igreja. É o único que pode apontar para uma sanção de Deus como tendo como base sua reivindicação sobre a igreja de Cristo, e, portanto, a Associate Reformed Presbyterian Church declara que ‘É a vontade de Deus que os salmos, hinos e cânticos espirituais contidos no Livro dos Salmos, sejam cantados no Seu culto, tanto privado quanto particular, nem qualquer outra canção deve ser usada no culto pelos membros da Associate Reformed Presbyterian Church."...
Se a coleção de salmos, hinos e cânticos espirituais, que têm sido o suficiente manual de louvor por muitas gerações, têm sido inadequados para as necessidades dos santos na dispensação do evangelho, então, Aquele que inspirou um João e um Paulo a fazerem uma clara e completa revelação das doutrinas da graça teria também tocado os lábios e adaptado as harpas de outros ‘Davis’ e ‘Asafes’. A ausência de tal provisão pode ser aceita como prova da suficiência de um livro de cânticos já existente para satisfazer cada possível necessidade nesta importante parte do culto a Deus.
A conclusão é inevitável. Este Livro de Louvores é o único que possui a marca do Senhor da igreja. É o único que pode apontar para uma sanção de Deus como tendo como base sua reivindicação sobre a igreja de Cristo, e, portanto, a Associate Reformed Presbyterian Church declara que ‘É a vontade de Deus que os salmos, hinos e cânticos espirituais contidos no Livro dos Salmos, sejam cantados no Seu culto, tanto privado quanto particular, nem qualquer outra canção deve ser usada no culto pelos membros da Associate Reformed Presbyterian Church."...
sábado, 1 de novembro de 2014
Meditações sobre a morte - John Love
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| 1757-1825 |
"...Quantas pessoas estúpidas estão por aí, joviais, despreocupadas quanto à morte, unicamente porque aprenderam a esquecer que são mortais? São pessoas graciosas, agradáveis e alegres, e presumem que a amargura da morte já passou; pensam assim porque nunca empregaram uma hora sequer em séria consideração a respeito do assunto. “Até quando, ó estúpidos, amareis a estupidez?” (Pv 1:22). Vocês pensam que podem enganar a carranca da morte mediante leviandade e petulância. Que surpresa está reservada para vocês! Que horas solenes serão as horas do fim da sua vida jovial, quando serão lançados nas tristes agonias da segunda e eterna morte! Despertem, agora, vocês que dormem, se ainda lhes resta uma fagulha de entendimento, um mínimo de respeito pela sua própria segurança. Em Cristo, há vitória sobre a morte, mas não para aqueles que permanecem irrefletidos, descuidados e levianos. Continue dormindo mais um pouco, e o misericordioso Salvador do mundo fará o que prometeu em Provérbios 1.26: “eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei”.
Em outras pessoas, a estupidez da desobediência apresenta-se de forma mais ousada e honrada, e cria uma marca mais forte. Cego a tudo o que é invisível — confiante numa coragem que é resultado da constituição física e de princípios mundanos — depois de ter escapado de vários perigos, e ter superado dificuldades — o pecador imagina que é um herói na guerra contra a morte. Alimentado pelo aplauso de outros pecadores, ele se torna ousado para com os perigos futuros, e, diante da aproximação do terrível rei, se vê como quem cai gloriosamente, e afunda num feliz descanso. Entre os pagãos, esse tipo de gente recebia da parte dos sobreviventes as honras da deidade; e entre os atuais cristãos nominais não há dúvida de que esses tais têm seu lugar assegurado no céu. Mas esse descrente venceu apenas a carranca e a sombra da morte; ele só viu, embora tarde demais, o aguilhão da morte — o inferno que o segue — as setas de vingança do trono do Todo-poderoso. A tremenda decepção desses pecadores, quer seja num leito de enfermidade, ou nalguma façanha militar, será revelada na manhã da ressurreição; quando, aos pés de Jesus Cristo, milhões e milhões de homens desses chorarão como crianças, mas será um choro inútil. Aquele que não poupou os anjos que pecaram demonstrará terrores por demais suficientes para dominar, e abater, e subjugar todo o exército de mal-feitores e desprezadores do céu.
Mas como são variados e multiformes os enganos do coração humano! Outros conseguem uma falsa tranquilidade entregando-se a um amargo silêncio e desânimo em relação à morte. Ele pensam passar quietamente por sobre o precipício, fechando os olhos, envolvendo-se no negro manto do desespero. Desalojados dos sutis esconderijos da segurança carnal, em vez de buscar a cidade de refúgio de Deus, eles se precipitam para o lado contrário. Mas pare! pare, ó pecador! não confie nos seus próprios pensamentos; não pense que a simples de-terminação será um abrigo para você. Nem pense que a sua determinação lhe trará tranquilidade diante dos juízos ordena-dos pela infinita sabedoria, e inflamados pelo fogo da indignação de Deus! Volte o rosto para outro lado. Voltem-se rapidamente “... à fortaleza, ó presos de esperança” (Zc 9:12)"...
Em outras pessoas, a estupidez da desobediência apresenta-se de forma mais ousada e honrada, e cria uma marca mais forte. Cego a tudo o que é invisível — confiante numa coragem que é resultado da constituição física e de princípios mundanos — depois de ter escapado de vários perigos, e ter superado dificuldades — o pecador imagina que é um herói na guerra contra a morte. Alimentado pelo aplauso de outros pecadores, ele se torna ousado para com os perigos futuros, e, diante da aproximação do terrível rei, se vê como quem cai gloriosamente, e afunda num feliz descanso. Entre os pagãos, esse tipo de gente recebia da parte dos sobreviventes as honras da deidade; e entre os atuais cristãos nominais não há dúvida de que esses tais têm seu lugar assegurado no céu. Mas esse descrente venceu apenas a carranca e a sombra da morte; ele só viu, embora tarde demais, o aguilhão da morte — o inferno que o segue — as setas de vingança do trono do Todo-poderoso. A tremenda decepção desses pecadores, quer seja num leito de enfermidade, ou nalguma façanha militar, será revelada na manhã da ressurreição; quando, aos pés de Jesus Cristo, milhões e milhões de homens desses chorarão como crianças, mas será um choro inútil. Aquele que não poupou os anjos que pecaram demonstrará terrores por demais suficientes para dominar, e abater, e subjugar todo o exército de mal-feitores e desprezadores do céu.
Mas como são variados e multiformes os enganos do coração humano! Outros conseguem uma falsa tranquilidade entregando-se a um amargo silêncio e desânimo em relação à morte. Ele pensam passar quietamente por sobre o precipício, fechando os olhos, envolvendo-se no negro manto do desespero. Desalojados dos sutis esconderijos da segurança carnal, em vez de buscar a cidade de refúgio de Deus, eles se precipitam para o lado contrário. Mas pare! pare, ó pecador! não confie nos seus próprios pensamentos; não pense que a simples de-terminação será um abrigo para você. Nem pense que a sua determinação lhe trará tranquilidade diante dos juízos ordena-dos pela infinita sabedoria, e inflamados pelo fogo da indignação de Deus! Volte o rosto para outro lado. Voltem-se rapidamente “... à fortaleza, ó presos de esperança” (Zc 9:12)"...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Escolhidos para a salvação - Robert Murray M'Cheyne
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| 1813 – 1843 |
“Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade;"
"...Quando viajamos por países papistas, onde as pessoas se curvam a imagens de madeira e pedra, e onde a Palavra de Deus é proibida, a mente de um crente se volta para as terríveis palavras nos versículos anteriores, com um sentimento de tristeza indizível, e, novamente, quando a mente divaga dessas regiões desoladas para o pequeno rebanho de crentes amados da Escócia, ela percebe o porquê do sentimento alegre que Paulo expressou ao escrever estas palavras: 'Mas nós, devemos sempre dar graças a Deus por vocês, irmãos amados pelo Senhor' (versículo 13).
1. Somos ensinados aqui que Deus é soberano na escolha das almas que são salvas.
(I) Ele é soberano na escolha de homens e anjos não rebeldes.
Nós lemos na Bíblia sobre duas grandes apostasias contra Deus. A primeira ocorreu no céu. Lúcifer, filho da manhã, um dos mais brilhantes querubins ao redor do trono, se rebelou por orgulho, juntamente com miríades de santos anjos. “Eles não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação”. 'Pois Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os lançou no inferno, prendendo-os em abismos tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo.' (2 Pedro 2:4). A rebelião seguinte foi no paraíso. O homem acreditou em Satanás e não em Deus, e comeu do fruto proibido. “Pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores.” Ambas as famílias pecaram contra o mesmo Deus, quebraram a mesma santa lei, caíram sob a mesma maldição, e foram condenadas ao mesmo fogo. Mas aprouve a Deus, em infinita compaixão, fornecer uma forma de perdão para algumas dessas criaturas perdidas. Ele determinou salvar alguns 'para o louvor da glória da sua graça'. Mas quem ele salvará – homens ou anjos rebeldes? Talvez as hostes não caídas do céu implorassem que os seus outrora irmãos fossem tomados, e os homens abandonados. Eles poderiam ter dito que a natureza angelical era maior e mais nobre, e que o homem era um verme. 'Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus!' Ele não poupou os anjos. Ele passou pelos portões do inferno, e não ergueu a cruz do Calvário ali. “Pois é claro que não é a anjos que ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão.” (Hebreus 2:16).
(II) Ele é soberano na escolha dos países que têm a luz do evangelho.
Todas as nações são igualmente perdidas e vis aos olhos de Deus. “Ele fez de mesmo sangue todas as nações dos homens, para habitarem sobre toda a face da terra.” E, ainda, quão diferente foi a forma como Ele lidou com diferentes povos. Por que Deus escolheu Israel para ser um tesouro peculiar para Si, e lhes entregar oráculos divinos? Foi porque eles eram mais justos do que os outros? Não, pois isso é expressamente negado: 'Sabe que não é pela tua justiça que Jeová teu Deus te está dando esta boa terra para a possuíres; porque tu és um povo de cerviz dura.' (Deuteronômio 9:6). Nem foi por conta de sua grandeza: 'O Senhor não tomou prazer em vós nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todas as pessoas, mas porque ele o amava' (Deuteronômio 7:7). Novamente: por que a China, com seus milhões, ficou fechada sob muros por séculos, e foi abandonada à escuridão dos seus ídolos vãos? Por que a Índia foi deixada sob as cadeias cruéis do Hinduísmo? Por que a África foi praticamente entregue à bruxaria e superstição? Por que o belo rosto da Europa foi quase entregue às ilusões do homem do pecado, e por que a nossa própria ilha sombria tem sido escolhida para ser por muito tempo o mais brilhante repositório da verdade em todo o mundo? Somos melhores do que eles? Não, de modo algum. Há pecados cometidos entre nós que envergonhariam os pagãos. 'Seu caminho é de santidade.' 'Terei misericórdia de quem eu quiser ter misericórdia e terei compaixão de quem eu quiser ter compaixão.'
(III) Ele é Soberano na escolha das pessoas mais improváveis para serem salvas.
Você esperaria que a maioria dos ricos fossem salvos. Eles têm mais tempo para estudar as coisas divinas, não são molestados pelos temores da pobreza, pois podem obter todas as vantagens. Contudo, escute a Palavra de Deus: 'não escolheu Deus os que são pobres aos olhos do mundo para serem ricos em fé e herdarem o Reino que ele prometeu aos que o amam?' (Tiago 2:5). Novamente, você imaginaria que Deus teria escolhido o sábio e erudito, para ser salvo. O evangelho é um assunto de profunda sabedoria. A Bíblia foi escrita em línguas antigas, difíceis de serem alcançadas. E os homens educados geralmente são livres de preconceitos a que as pessoas comuns estão sujeitas. Contudo, escute a palavra de nosso Senhor: 'Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque tu ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e tu revelaste aos pequeninos. Mesmo assim, Pai, porque assim pareceu bem aos teus olhos.' Você imaginaria que certamente Deus salvaria as pessoas mais virtuosas do mundo. Ele é um Deus de pureza, que ama o que é sagrado e, embora ninguém seja justo, não, nenhum, alguns são muito menos manchados pelo pecado do que outros. Certamente ele adquirirá estes. O que diz o Senhor Jesus aos fariseus? 'Os publicanos e as meretrizes entrarão nos céus antes de vocês.' Jesus deixa que o jovem rico se vá, triste, enquanto o Rei da glória entra no portão de pérolas da Nova Jerusalém com um ladrão lavado em Seu sangue do seu lado.
Se a minha alma é salva, não devo dar graças? Se os ministros são obrigados a agradecer a Deus pela salvação gratuita de seu povo, quanto mais nós estamos obrigados a louvá-Lo por nos salvar. Eu não sou melhor do que um anjo rebelde. Demônios nunca rejeitaram a Cristo como eu fiz, e ainda assim Ele passou por eles e me salvou. Eu não sou melhor do que um chinês ou um hindu, e, ainda assim, a graça passou por milhões deles e veio até mim. Eu não era melhor do que a roda de escarnecedores, talvez pior do que a maioria, mas tenho certeza que posso dizer: 'Tu livraste a minha alma do inferno mais profundo'. Glória a Deus Pai, que me escolheu antes do mundo existir. Glória a Jesus, que passou por milhões e morreu por mim. Glória ao Espírito Santo, que veio gratuitamente em amor e me despertou."...
Fonte - Reforma21
Outras obras AQUI.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
A regeneração está além dos deveres cristãos - George Whitefield
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| 1714 - 1770 |
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. 2 Coríntios 5:17
"...Podemos observar um grande número de pessoas que são muito pontuais nas suas manifestações regulares de oração pública e privada, como também de receber a comunhão santamente, e, talvez, de vez em quando, ajudar rapidamente em algo. Mas aqui há a desgraça, pois eles descansam apenas no uso e observação dos meios, e acham que tudo está acabado e realizado quando eles cumprem as instituições sagradas. Considerando que foram informados corretamente, eles irão supor que todos os meios da graça instituídos, como a oração, o jejum, audição e leitura da Palavra de Deus, receber o sacramento abençoado, e tudo o mais, não estão sendo tão aproveitáveis para nós como são para eles, e então quererão nos aconselhar a que sejamos interiormente melhores, e que devemos buscar a vida espiritual na alma.
É verdade, são meios e nada além disso, são apenas meios. Fazem parte, mas não são toda a religião. No caso afirmativo, quem seria mais religioso do que o fariseu? Ele jejuou duas vezes na semana, deu o dízimo de tudo que possuía e, apesar disso, não foi justificado, como nosso próprio Salvador nos informa, aos olhos de Deus. Você talvez, como o fariseu, pode jejuar com frequência e fazer longas orações. Você pode, como Herodes, ouvir bons sermões de bom grado. Mas, ainda assim, se você continua sendo vaidoso e fútil, imoral ou mundano, e diferir do resto de seus vizinhos maus apenas por ir à igreja ou no cumprimento de algumas performances exteriores, você será melhor do que eles? Não, de modo algum. Você é de longe muito pior. Porque, se você usar dos meios, e, ao mesmo tempo, abusar deles, você estará assim incentivando outras pessoas a pensarem que não há nada neles e, portanto, você deve esperar receber maior condenação.."...
Outras funções da Lei de Deus - Charles H. Spurgeon
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"...E, finalmente, 'para que serve a lei?' Foi enviada ao mundo para EVITAR QUE OS CRISTÃOS CONFIEM NA JUSTIÇA PRÓPRIA. Acaso os cristãos confiam alguma vez em sua justiça própria? Claro que sim, assim é. O melhor cristão do mundo encontrará que lhe é difícil evitar a jactância e a confiança em sua própria justiça. John Knox, em seu leito de morte, sofreu severos ataques de justiça própria. "Na última noite de sua vida na terra, dormiu ininterruptamente por algumas horas, emitindo muitos gemidos profundos. Quando lhe perguntaram por que gemia tão profundamente, respondeu: 'Durante minha vida resisti a muitos ataques de Satanás; mas nestes momentos ele me tem atacado de maneira mais terrível do que nunca, e tem utilizado toda sua força para acabar comigo de uma vez. A astuta serpente tem se esforçado para me persuadir de que mereço o céu e a bem-aventurança eterna devido ao fiel cumprimento de meu ministério. Mas bendito seja Deus que me deu a capacidade de apagar este dardo inflamado, me fazendo lembrar de passagens como essas: 'O que tens que não tenhas recebido?' e, 'Pela graça de Deus sou o que sou'"...
Charles H. Spurgeon - Sermão 128 (Os Usos da Lei)
Fonte: Spurgeon.com.mx
Tradução: Projeto Castelo Forte
Fonte: Spurgeon.com.mx
Tradução: Projeto Castelo Forte
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
A Fé antecede todas as coisas - Agostinho de Hipona
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| 354 - 430 |
"...Costuma-se dizer: “Mereceu crer, porque era homem justo mesmo antes de crer”. Pode dizer isto a respeito de Cornélio, cujas esmolas foram aceitas e as orações ouvidas antes de crer em Cristo (At 10:4), mas ele não distribuía esmolas e orava privado totalmente de fé. Pois como podia invocar aquele no qual não acreditava? (Rm 10:14). E se pudesse obter a salvação sem a fé em Cristo, não lhe seria enviado o apóstolo Pedro como arquiteto para edificá-lo, já que se o Senhor não edificar a casa, é em vão que trabalham os que a edificam (Sl 127:1).
E ainda dizem: “A fé é obra nossa, e do Senhor tudo o mais que diz respeito às obras da justiça”, como se a fé não fizesse parte do edifício, como se, digo eu, o edifício não incluísse o alicerce. Mas se antes de mais nada e principalmente o inclui, em vão trabalha pela pregação edificando a fé, se o Senhor não a edificar interiormente pela misericórdia. Por isso, todo o bem praticado por Cornélio, antes de crer em Cristo, quando acreditou e depois de crer, tudo se há de atribuir a Deus, a fim de que ninguém se encha de orgulho."...
E ainda dizem: “A fé é obra nossa, e do Senhor tudo o mais que diz respeito às obras da justiça”, como se a fé não fizesse parte do edifício, como se, digo eu, o edifício não incluísse o alicerce. Mas se antes de mais nada e principalmente o inclui, em vão trabalha pela pregação edificando a fé, se o Senhor não a edificar interiormente pela misericórdia. Por isso, todo o bem praticado por Cornélio, antes de crer em Cristo, quando acreditou e depois de crer, tudo se há de atribuir a Deus, a fim de que ninguém se encha de orgulho."...
Agostinho de Hipona - A Predestinação dos Santos p.24-25
Tradução: Monergismo.com
Divulgação e PDF - Projeto Castelo Forte
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Apresentação do 'Prática da Piedade'
O testemunho da Escritura é de que a Piedade é proveitosa para todas as coisas, residindo nela a promessa da vida que é, e da vida que há de vir [cf. 1 Timóteo 4:7,8].
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
Teologia e Pregação Reformada Experimental
O que é Teologia e Pregação Reformada Experimental?
Muitas vezes chamado de Calvinismo Experimental ou Calvinismo Experiencial, se refere a uma tal forma de religião, construída sobre a Escritura Somente, fundamentada em Cristo Jesus, na qual, buscando-se incessantemente a Glória de Deus em todas as coisas, se testa ou prova, se exercita no conhecimento prático de toda Doutrina Bíblica.
Entendemos que há uma vital relação entre a Teologia Prática e a Piedade; como a Escritura diz, é desejável e há regozijo e benção no exercício do Conhecimento da Verdade que é segundo a Piedade [Tito 1:1].






