Mostrando postagens com marcador William S. Plumer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador William S. Plumer. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Princípio Regulador do Culto - William S. Plumer

0 comentários
1759 – 1850

"...Nós não estamos mais livres para sustentar opiniões desleixadas, ainda que populares ou plausíveis, tanto quanto não estamos para tolerar práticas negligentes, porque elas são comuns ou aceitáveis. Nós não temos mais o direito de modificar ou alterar os princípios da forma de governo da igreja, como apreendidos da revelação de Deus, tanto quanto não temos de mudar os objetos da adoração religiosa. A Bíblia nos diz quais elementos devem ser usados tanto no Batismo quanto na Ceia do Senhor. Ela declarou um dia em sete para ser um tempo santo, e todas as tentativas de introduzir mais dias santos na igreja, ou mais elementos nos sacramentos, são tão ofensivos a Deus como a própria adoração de ídolos.”...

William S. Plumer - The Law of God as Contained in the Ten Commandments, p.213 - (A Lei de Deus contida nos Dez Mandamentos)

Tradução - Joelson Galvão
Read more...

Superstição - Uma falsa religião - William S. Plumer

0 comentários
1759 – 1850

"...Toda superstição é baseada na ignorância mais ou menos grosseira. Mentes incapazes de concluir e de fazer uma justa discriminação são mais suscetíveis a isto. Um estado carnal do coração trabalha na imaginação e a mente carnal se apodera de suas próprias concepções, com grande vigor. Quando alguém não se tornou sábio, segundo a Palavra de Deus, e suas afeições se tornam grandemente excitadas, pretextos plausíveis são suficientes para enganar. Uma vez listados na causa da superstição, o amor próprio causa a persistência nisto. Tendo alguma persuasão de que a santidade é essencial, e o coração natural se erguendo em oposição às exigências da Lei de Deus, a mente excitada, perversamente, busca algum método através do qual ela possa iludir a si mesma na persuasão de que aquilo é santo. O crescimento da superstição acontece por um grande processo gradual. Toda sua história é escrita em três palavras: pouco a pouco. A única defesa contra ela é o verdadeiro conhecimento e o genuíno amor de Deus, acompanhado pela firme determinação de fazer o que Ele comanda, para adorar como Ele ordena e, em nada, seguir os enganos humanos.”...

William S. Plumer - The Law of God as Contained in the Ten Commandments, p.230 - (A Lei de Deus contida nos Dez Mandamentos)

Tradução - Joelson Galvão
Read more...

Apresentação do 'Prática da Piedade'

O testemunho da Escritura é de que a Piedade é proveitosa para todas as coisas, residindo nela a promessa da vida que é, e da vida que há de vir [cf. 1 Timóteo 4:7,8].

E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.

A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.

Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."

Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!

Teologia e Pregação Reformada Experimental

O que é Teologia e Pregação Reformada Experimental? Muitas vezes chamado de Calvinismo Experimental ou Calvinismo Experiencial, se refere a uma tal forma de religião, construída sobre a Escritura Somente, fundamentada em Cristo Jesus, na qual, buscando-se incessantemente a Glória de Deus em todas as coisas, se testa ou prova, se exercita no conhecimento prático de toda Doutrina Bíblica. Entendemos que há uma vital relação entre a Teologia Prática e a Piedade; como a Escritura diz, é desejável e há regozijo e benção no exercício do Conhecimento da Verdade que é segundo a Piedade [Tito 1:1].

Tópicos

 
A Prática da Piedade © 2011 DheTemplate.com & Main Blogger. Supported by Makeityourring Diamond Engagement Rings

You can add link or short description here