
John Knox, conselhos salutares
John Bunyan, definição de oração
John Owen, segurança da Fé
Modéstia no vestir

John Knox, conselhos salutares
"...queridos irmãos, se vocês buscam uma vida porvir, é necessário que vocês se exercitem no livro do Senhor seu Deus." Leia mais

John Bunyan, definição de oração
Derramar de modo sincero, consciente e afetuoso o coração e a alma diante de Deus... Leia mais

John Owen, segurança da Fé
Essa 'plena segurança' não é da natureza ou essência da (esperança), mas um grau especial em seu próprio desenvolvimento... Leia mais

Modéstia no vestir
"E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu" Leia mais
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
A cessação dos dons Sobrenaturais - Arthur Pink
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1886 - 1952
“...Assim como houveram ofícios extraordinários (apóstolos e profetas) no começo da nossa dispensação, também houveram dons extraordinários; e como não houveram sucessores designados para estes ofícios extraordinários, muito menos houve a intenção de continuar esses dons extraordinários. Os dons dependiam dos ofícios. Não temos mais os apóstolos conosco, e consequentemente, também...
O Pecado e a Eternidade - Thomas Brooks
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1608–1680
“...É necessário que vejamos o pecado tal como o veremos no dia do juízo. Nesse dia todos verão a verdadeira face do pecado. Quando todas as nações estiverem reunidas ante o Grande Juiz do universo, então, apreciarão a pecaminosidade do pecado. Nesse momento o pecado será desmascarado e despojado de sua atrativa vestimenta; aparecerá mais sujo e mais vil que o próprio Inferno. O que...
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
A Escravidão da Vontade - Martyn Lloyd-Jones
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1899 - 1981
"...Isso é importante, nesse sentido, que mostra que o homem, em conseqüência do pecado, em conseqüência de ser ele dominado pelo diabo e pelo princípio que este introduziu, e pela mente deste mundo, acha-se em tal estado e condição que ele não pode obedecer a Deus. É isso que o grande Martinho Lutero chamava “escravidão da vontade”. Contudo, para o homem em pecado e para o homem...
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Jesus Cristo é Deus - Stephen Charnock
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1628 – 1680
"...Cristo tem uma natureza divina. Ele é mais do que um mero homem. Ele disse a Nicodemos: "Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu" (João 3:13). Note que Ele fala no tempo presente. Enquanto estava aqui na terra falando com Nicodemos, e possuindo uma natureza humana, estava ausente do céu, no que diz respeito a Sua natureza divina....
A Imutabilidade de Deus - Stephen Charnock
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1628 – 1680
"...I. EM QUE DEUS É IMUTÁVEL.
Deus é imutável em Sua essência. Deus é o primeiro ser. A Sua auto-existência prova a Sua imutabilidade. Já que Ele não deve a Sua existência a ninguém, então Ele não pode deixar de ser aquilo que Ele é. O fato dEle ser espírito, e não corpo, indica que Ele não está sujeito às mudanças físicas que um ser normal experimenta. O fato dEle ser o único independente...
A adoração cerimonial do Velho Testamento foi transladada em Cristo - Stephen Charnock
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1628–1680
"...A adoração espiritual estava oculta sob o véu de uma espessa nuvem de objetos materiais, os quais tocavam os sentidos da carne. Este período é chamado de a "velhice da letra" (Romanos 7:6). Nele, "os filhos de Israel não olhavam firmemente para o fim daquilo que era transitório" (II Coríntios 3:13).
As cerimônias carnais nunca produziram no coração do homem um formato espiritual....
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
A justiça de Cristo absorve todos os pecados - Martinho Lutero
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1483 - 1546
"...Pela fé em Cristo, portanto, a justiça de Cristo se torna nossa justiça, e, com ela, é nosso tudo que é de Cristo, sim, ele próprio torna-se nosso, Por essa razão, o apóstolo a chama “justiça de Deus”, na Epístola aos Romanos 1.17: “A justiça de Deus é revelada no evangelho, como está escrito: o justo vive da fé!” E mais: Refere-se à fé como sendo tal Justiça. Finalmente semelhante...
O Amor que excede todo conhecimento - Martinho Lutero
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1483 - 1546
"De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,
Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus,"
[Filipenses 2:5-6]
"...Isto é o que diz o tema anteposto: “Tenham em vocês o mesmo sentimento etc.” (Fl 2.5); isto é, que tenham a mesma atitude e sentimento um para com o outro como vêem que Cristo os teve em relação a vocês....
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
A cessação dos dons sobrenaturais - John Owen
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1616 – 1683
"...Os dons que em sua própria natureza excedem a plenitude do poder de todas as nossas faculdades, essa dispensação do Espírito há muito tempo cessou, e onde quer que alguém hoje tenha a pretensão dos mesmos, tal pretensão justamente pode ser considerada como suspeita de um engano farsante."...
John Owen - The works of John Owen vol. IV, p. 360 (no link anexo)
Tradução: Ewerton...
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
A maneira correta de ensinar os filhos - Charles H. Spurgeon
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1834 — 1892
"...Deixem-me exortá-los, pais, naquilo que está ao alcance de vocês, a darem aos seus filhos instrução sólida nas grandes doutrinas do evangelho de Cristo. Eu creio que o que Irving disse certa vez é uma grande verdade. Ele disse: 'Nestes tempos modernos vocês se gabam e se gloriam, e vocês pensam que estão em uma condição elevada e honrada, porque vocês têm suas escolas dominicais,...
Deus não causa o mal em nenhum sentido - Martyn Lloyd-Jones
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1899 - 1981
"...Não obstante, chegamos a algo mais extraordinário e surpreendente: as Escrituras nos ensinam que até mesmo as ações pecaminosas estão nas mãos de Deus. Ouçam Pedro pregando no dia de Pentecoste, em Jerusalém: “A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos” (At 2:23). Em seguida, Pedro...
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Preciosas promessas - William Spurstowe
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1605 - 1666
"Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há no mundo.." [2 Pedro 1:4]
"...Medite detalhadamente e sempre nas promessas e (...) faça-lhes o mesmo que a Virgem Maria fez com as afirmativas a respeito de Cristo: “Maria, porém, guardava todas...
As duas naturezas de Cristo - J. C. Ryle

1816 - 1900
"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." [João 1:14]
"...Essas palavras, em seu sentido pleno, significam que o nosso Salvador divino tomou realmente sobre si a natureza humana para salvar os pecadores. Ele se fez homem realmente assim como nós em todas as coisas, exceto no pecado....
Diferenças entre os ministros do Evangelho - Wilhelmus à Brakel
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1635 - 1711
"...O ministro incompetente é a mais desprezível e nociva criatura encontrada na face da terra. Ele é vergonha para a igreja, pedra de tropeço pela qual muitos caem na perdição eterna e que leva à destruição de incontáveis almas. O servo fiel de Cristo, pelo contrário, é joia que embeleza a casa de Deus, é candeia sobre o velador, cidade edificada sobre um monte, guia de cegos,...
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Consequências graduais do Pecado - Martinho Lutero
Categories :

1483 - 1546
"...Aprendamos, pois, que esta é a natureza do pecado; a menos que Deus proveja imediatamente uma cura e chame de volta o pecador, ele foge interminavelmente de Deus e, escusando-se com mentiras, acumula pecado sobre pecado até chegar à blasfêmia e ao desespero. Assim o pecado, por sua gravitação, sempre traz consigo outro pecado e leva à destruição eterna, até que, finalmente, a pessoa...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Deus não é o autor do Mal - John Owen

1616 – 1683
"...1. Deus fez todas as coisas, no início, boas, extraordinariamente boas. A totalidade de Suas obras foi disposta em perfeita harmonia, beleza e ordem, condizente com a manifestação de Sua própria glória que Ele intentou nela. E como todas as coisas têm sua própria existência individual e funcionamento apropriado, a sua existência é suscetível de um fim, um repouso, ou uma bem-aventurança,...
sábado, 1 de fevereiro de 2014
A convicção de Pecados - Robert Murray M'Cheyn
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1813 – 1843
“...Que é, então, esta convicção de pecado?
Resposta: é simplesmente o senso do horror que é o pecado. Não é apenas saber que temos muitos pecados e que a ira de Deus se revela contra eles todos; mas é um sentimento de alma e coração de que estamos sob o pecado. Também não é um mero conhecimento do caráter repulsivo do pecado - somente os filhos de Deus sentem o quão repulsivo...
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Apresentação do 'Prática da Piedade'
O testemunho da Escritura é de que a Piedade é proveitosa para todas as coisas, residindo nela a promessa da vida que é, e da vida que há de vir [cf. 1 Timóteo 4:7,8].
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
Teologia e Pregação Reformada Experimental
O que é Teologia e Pregação Reformada Experimental?
Muitas vezes chamado de Calvinismo Experimental ou Calvinismo Experiencial, se refere a uma tal forma de religião, construída sobre a Escritura Somente, fundamentada em Cristo Jesus, na qual, buscando-se incessantemente a Glória de Deus em todas as coisas, se testa ou prova, se exercita no conhecimento prático de toda Doutrina Bíblica.
Entendemos que há uma vital relação entre a Teologia Prática e a Piedade; como a Escritura diz, é desejável e há regozijo e benção no exercício do Conhecimento da Verdade que é segundo a Piedade [Tito 1:1].