![]() |
| 1795 - 1863 |
John Knox, conselhos salutares
John Bunyan, definição de oração
John Owen, segurança da Fé
Modéstia no vestir
John Knox, conselhos salutares
"...queridos irmãos, se vocês buscam uma vida porvir, é necessário que vocês se exercitem no livro do Senhor seu Deus." Leia mais
John Bunyan, definição de oração
Derramar de modo sincero, consciente e afetuoso o coração e a alma diante de Deus... Leia mais
John Owen, segurança da Fé
Essa 'plena segurança' não é da natureza ou essência da (esperança), mas um grau especial em seu próprio desenvolvimento... Leia mais
Modéstia no vestir
"E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu" Leia mais
Mostrando postagens com marcador Salmodia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Salmodia. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A ordenança para o cântico do Salmos - Robert Shaw
Categories :
"...Cântico do salmos. Isto foi ordenado, sob o Antigo Testamento, como uma parte ordinária do culto a Deus e é distinguido da adoração cerimonial (Sl 69:30,31). Não foi ab-rogado sob o Novo Testamento, mas antes, confirmado (Ef 5:19, Cl 3:16). É sancionado pelo exemplo de Cristo e Seus apóstolos (Mt 26:30; At 16:25). Os Salmos de Davi foram especialmente planejado por Deus para o uso da Igreja, no exercício do louvor público, sob a antiga dispensação; e eles são igualmente adotados para o uso da Igreja sob a presente dispensação. Embora o apóstolo insista muito sobre a abolição das instituições rituais, eles não dão nenhuma intimação de que os Salmos de Davi sejam inadequados para adoração no tempo do evangelho. E se tivesse sido planejado que eles fossem colocados de lado na época do Novo Testamento, há razão em pensar que outra salmodia teria sido provida para substituí-los. No Livro dos Salmos há várias passagens que parecem indicar que eles foram planejados pelo Espírito para o seu uso na Igreja em todas as épocas. ‘Eu te exaltarei, ó Deus, rei meu’, diz Davi, ‘e bendirei o teu nome pelos séculos dos séculos e para sempre’ (Sl 145:1). Isto insinua, como o excelente Matthew Henry observa, ‘que os Salmos que Davi compôs devem ser usados nos louvores a Deus na Igreja até o fim dos tempos’. Devemos louvar a Deus com nossos lábios assim como com nossos espíritos e devemos fazê-lo bem (Sl 33:3). Como isto é uma parte da adoração pública na qual toda a congregação deve unir suas vozes, as pessoas devem cultivar a música sagrada para que eles possam estar aptos a aderirem este exercício tornando-o harmonioso. Mas o mais importante é cantar com entendimento e com as afeições do coração correspondendo ao assunto daquilo que é cantado (Sl 47:7; 1 Co 14:15; Sl 108:1)."...
O uso exclusivo do saltério inspirado no culto a Deus - John Thomas Chalmers
Categories :
![]() |
| 1860 - 1902 |
"...Como argumento final, que seja lembrado que o Novo Testamento não conhece nenhum livro de louvores que não seja o livro dos Salmos, não há insinuação alguma de que qualquer outro livro seja necessário ou que jamais teria sido dado à igreja. Não há uma direção dada a qualquer homem para elaborar tal livro, nem uma simples promessa da influência do Espírito Santo para assistir qualquer pessoa a produzir um. Quando Jesus “ascendeu aos céus e deu dons aos homens” (Ef 4:8), ele derramou sobre Sua igreja todos os dons necessários para edificação para até o fim dos tempos. Ele deu alguns evangelistas, alguns pastores e mestres, para o aperfeiçoamento dos santos, para edificação do corpo de Cristo. Agora, se tivesse sido necessário para a edificação de Sua igreja, não seria sensato supor que entre os outros dons Ele teria conferido o Espírito de Salmodia? Mas é vão tentarmos procurar o dom de um Salmista ou o Espírito de Salmodia. Nenhum ofício de compositor de hinos é mencionado. Os apóstolos e todos aqueles que creram pela palavra deles tinham, e ainda têm, a promessa do Espírito Santo para ajuda-los em sua dificuldades quanto à oração e em tudo que entra no culto cristão, menos a preparação de cânticos de louvor. Há a promessa da ajuda do Espírito no oferecimento do louvor, pois Paulo diz: “Eu cantarei com o Espírito” (1 Co 14:15); mas não há absolutamente nenhuma promessa de Sua assistência na composição da matéria para ser usada no louvor. Procure por tal evidência do começo ao fim do Novo Testamento, e você procurará em vão. Não há promessa feita para um outro sistema que substituísse o Livro dos Louvores (Livros dos Salmos).
Se a coleção de salmos, hinos e cânticos espirituais, que têm sido o suficiente manual de louvor por muitas gerações, têm sido inadequados para as necessidades dos santos na dispensação do evangelho, então, Aquele que inspirou um João e um Paulo a fazerem uma clara e completa revelação das doutrinas da graça teria também tocado os lábios e adaptado as harpas de outros ‘Davis’ e ‘Asafes’. A ausência de tal provisão pode ser aceita como prova da suficiência de um livro de cânticos já existente para satisfazer cada possível necessidade nesta importante parte do culto a Deus.
A conclusão é inevitável. Este Livro de Louvores é o único que possui a marca do Senhor da igreja. É o único que pode apontar para uma sanção de Deus como tendo como base sua reivindicação sobre a igreja de Cristo, e, portanto, a Associate Reformed Presbyterian Church declara que ‘É a vontade de Deus que os salmos, hinos e cânticos espirituais contidos no Livro dos Salmos, sejam cantados no Seu culto, tanto privado quanto particular, nem qualquer outra canção deve ser usada no culto pelos membros da Associate Reformed Presbyterian Church."...
Se a coleção de salmos, hinos e cânticos espirituais, que têm sido o suficiente manual de louvor por muitas gerações, têm sido inadequados para as necessidades dos santos na dispensação do evangelho, então, Aquele que inspirou um João e um Paulo a fazerem uma clara e completa revelação das doutrinas da graça teria também tocado os lábios e adaptado as harpas de outros ‘Davis’ e ‘Asafes’. A ausência de tal provisão pode ser aceita como prova da suficiência de um livro de cânticos já existente para satisfazer cada possível necessidade nesta importante parte do culto a Deus.
A conclusão é inevitável. Este Livro de Louvores é o único que possui a marca do Senhor da igreja. É o único que pode apontar para uma sanção de Deus como tendo como base sua reivindicação sobre a igreja de Cristo, e, portanto, a Associate Reformed Presbyterian Church declara que ‘É a vontade de Deus que os salmos, hinos e cânticos espirituais contidos no Livro dos Salmos, sejam cantados no Seu culto, tanto privado quanto particular, nem qualquer outra canção deve ser usada no culto pelos membros da Associate Reformed Presbyterian Church."...
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Sobre a salmodia exclusiva - Henry Cooke
Categories :
![]() |
| 1788 - 1868 |
"...Tenho, muito alegremente, cumprido a solicitação de escrever um prefácio de uma reedição, na Irlanda, de um tratado americano acerca da Salmodia Cristã no culto público – em parte por causa do talento demonstrado na obra – e em parte, por um detalhe de minha própria experiência, por poder acrescentar um humilde testemunho acerca de um grande princípio.
Minha primeira recordação de uma salmodia pública e familiar é aquele uso da versão inglesa dos Salmos Bíblicos, autorizado pela Igreja Reformada da Escócia. Em nossas Igrejas Presbiterianas, até onde meu conhecimento se estende, outras são desconhecidas. Quando entrei para o ministério, em 1807, a coleção escocesa de Paráfrases e Hinos veio a ser de uso parcial; e influenciado pelo sentimento em seu favor, eu fui gradualmente levado a adotá-los. O principio do seu uso, uma vez adotado, abriu caminho para os outros de uma forma ilimitada; pois se estas paráfrases e hinos são bons para a adoração pública, segue-se que outros podem ser bons também, ou melhores. Deste modo, numa certa época do meu ministério, eu dediquei tanto o tempo quanto o esforço para selecionar, por todas as fontes acessíveis, um volume adicional, com um ensaio, incorporando uma defesa do seu uso privado e público. Eu preciso apenas acrescentar que eu acreditava que meus argumentos – em parte originais e em parte derivados – eram incontestáveis.
E agora detalharei, de maneira mais breve possível, as circunstâncias que primeiramente me levaram a duvidar, e, finalmente, rejeitar minhas conclusões anteriores.
Depois de ter sido nomeado para uma curta viagem missionária, eu saí de casa com boa saúde, mas fiquei repentinamente doente, e, durante um mês, fiquei impedido de voltar; e foi quando ‘noites cansativas foram apontadas para mim e sacudidas de lá e para cá até o raiar do dia’ que, na frequente solidão, fui jogado, quase que inteiramente em minhas remotas lembranças. Mas com aquela faculdade que Deus me dotou, e os salmos executados na época da escola, e as paráfrases e hinos de anos mais maduros, geraram temas de prontas meditações. E foi então, que, inesperadamente, contudo irresistivelmente, foi estampado sobre mim, pela experiência e pelo sentimento, que os mais celebrados hinos de homens não inspirados eram, como os amigos de Jó, “consoladores miseráveis” quando comparados com a experiência de Cristo, naqueles dias de humilhação cujo Livro do Salmos é a verdadeira figura profética.
Agora, enquanto eu não estabeleço minhas próprias convicções como uma regra ou medida para a consciência dos outros, não posso deixar de ter pena daqueles que podem encontrar, como eles afirmam, tão pouco de Cristo na inspirada salmodia da Bíblia, e que eles precisam buscar e empregar uma salmodia não inspirada para expô-lo mais completamente. Nosso Senhor encontrou a Si mesmo nos Salmos (Lucas 24:44,45) – e assim abriu o entendimento dos seus discípulos para que eles pudessem entender as Escrituras. Certamente o que era a mais clara luz para os olhos deles, deve ser para os nossos. E, verdadeiramente, eu acredito, há uma visão de Cristo – e não é a menos importante para o crente atribulado e cansado – que pode ser descoberta no Livro dos Salmos. Eu me refiro a sua vida interior. Nenhuma testemunha ocular do homem externo – ainda que um inspirado evangelista – pôde penetrar o coração. Mas o Espírito que “penetra as profundezas de Deus”, tem, nos salmos, deixado aberto os mais íntimos pensamentos, tristezas e conflitos de nosso Senhor. Os Evangelistas fiel e inteligentemente retrataram o Homem impecável; apenas os salmos deixaram aberto o coração do “Homens de dores”. As mais piedosas produções de homens não inspirados são riachos rasos, enquanto os Salmos são um oceano insondável e sem limites.
Concluindo, peço para gravar duas coisas que confirmaram minha decisão em favor da salmodia exclusiva na adoração pública. Primeiro, os Salmos Bíblicos foram inspirados pelo Espírito Santo (2Tm 3:16; 1Pe 1:21), e não há erros em usá-los. Segundo, ainda que em uma poesia sagrada e não inspirada eu descobri muitas belezas e outras excelências, eu nunca descobri nenhuma compilação, da qual, eu pude afirmar que estava livre de erros doutrinários sérios. Eu percebo que este, especialmente, é o caso com não poucas Paráfrases e Hinos autorizados pela Igreja da Escócia. Se um erro doutrinário é, sempre, perigoso, quanto mais quando é estereotipado nas devoções do santuário! "...
Minha primeira recordação de uma salmodia pública e familiar é aquele uso da versão inglesa dos Salmos Bíblicos, autorizado pela Igreja Reformada da Escócia. Em nossas Igrejas Presbiterianas, até onde meu conhecimento se estende, outras são desconhecidas. Quando entrei para o ministério, em 1807, a coleção escocesa de Paráfrases e Hinos veio a ser de uso parcial; e influenciado pelo sentimento em seu favor, eu fui gradualmente levado a adotá-los. O principio do seu uso, uma vez adotado, abriu caminho para os outros de uma forma ilimitada; pois se estas paráfrases e hinos são bons para a adoração pública, segue-se que outros podem ser bons também, ou melhores. Deste modo, numa certa época do meu ministério, eu dediquei tanto o tempo quanto o esforço para selecionar, por todas as fontes acessíveis, um volume adicional, com um ensaio, incorporando uma defesa do seu uso privado e público. Eu preciso apenas acrescentar que eu acreditava que meus argumentos – em parte originais e em parte derivados – eram incontestáveis.
E agora detalharei, de maneira mais breve possível, as circunstâncias que primeiramente me levaram a duvidar, e, finalmente, rejeitar minhas conclusões anteriores.
Depois de ter sido nomeado para uma curta viagem missionária, eu saí de casa com boa saúde, mas fiquei repentinamente doente, e, durante um mês, fiquei impedido de voltar; e foi quando ‘noites cansativas foram apontadas para mim e sacudidas de lá e para cá até o raiar do dia’ que, na frequente solidão, fui jogado, quase que inteiramente em minhas remotas lembranças. Mas com aquela faculdade que Deus me dotou, e os salmos executados na época da escola, e as paráfrases e hinos de anos mais maduros, geraram temas de prontas meditações. E foi então, que, inesperadamente, contudo irresistivelmente, foi estampado sobre mim, pela experiência e pelo sentimento, que os mais celebrados hinos de homens não inspirados eram, como os amigos de Jó, “consoladores miseráveis” quando comparados com a experiência de Cristo, naqueles dias de humilhação cujo Livro do Salmos é a verdadeira figura profética.
Agora, enquanto eu não estabeleço minhas próprias convicções como uma regra ou medida para a consciência dos outros, não posso deixar de ter pena daqueles que podem encontrar, como eles afirmam, tão pouco de Cristo na inspirada salmodia da Bíblia, e que eles precisam buscar e empregar uma salmodia não inspirada para expô-lo mais completamente. Nosso Senhor encontrou a Si mesmo nos Salmos (Lucas 24:44,45) – e assim abriu o entendimento dos seus discípulos para que eles pudessem entender as Escrituras. Certamente o que era a mais clara luz para os olhos deles, deve ser para os nossos. E, verdadeiramente, eu acredito, há uma visão de Cristo – e não é a menos importante para o crente atribulado e cansado – que pode ser descoberta no Livro dos Salmos. Eu me refiro a sua vida interior. Nenhuma testemunha ocular do homem externo – ainda que um inspirado evangelista – pôde penetrar o coração. Mas o Espírito que “penetra as profundezas de Deus”, tem, nos salmos, deixado aberto os mais íntimos pensamentos, tristezas e conflitos de nosso Senhor. Os Evangelistas fiel e inteligentemente retrataram o Homem impecável; apenas os salmos deixaram aberto o coração do “Homens de dores”. As mais piedosas produções de homens não inspirados são riachos rasos, enquanto os Salmos são um oceano insondável e sem limites.
Concluindo, peço para gravar duas coisas que confirmaram minha decisão em favor da salmodia exclusiva na adoração pública. Primeiro, os Salmos Bíblicos foram inspirados pelo Espírito Santo (2Tm 3:16; 1Pe 1:21), e não há erros em usá-los. Segundo, ainda que em uma poesia sagrada e não inspirada eu descobri muitas belezas e outras excelências, eu nunca descobri nenhuma compilação, da qual, eu pude afirmar que estava livre de erros doutrinários sérios. Eu percebo que este, especialmente, é o caso com não poucas Paráfrases e Hinos autorizados pela Igreja da Escócia. Se um erro doutrinário é, sempre, perigoso, quanto mais quando é estereotipado nas devoções do santuário! "...
sábado, 17 de agosto de 2013
A Salmodia serve para os dias de hoje? - William Perkins
Categories :
![]() |
| 1558 - 1602 |
"O Livro dos Salmos foi escrito por David, Asafe, Moisés e outros, em diversas eras e estados da igreja, e, foram, portanto, designados para serem cantados no atual estado da igreja nestes dias. No entanto, pode-se inquirir: Por que razão, então, nós os cantamos em nossas igrejas hoje? A resposta é: a igreja, em todas as épocas, é composta por um número de crentes e a fé é sempre uma, e faz com que todos que apreendem as promessas de Deus sejam iguais uns aos outros em graça, nas meditações, nas disposições, nas afeições, nos desejos, nas necessidades espirituais, nos sentimentos e uso das aflições, na direção e nas conversas sobre a vida e no desempenho dos deveres para com Deus e os homens. Por isso, os mesmos salmos, orações e meditações, são imediatamente adequados à igreja nestes dias, e devem ser recitados e cantados com a mesma utilidade e benefício, tal como na igreja daqueles dias quando eles foram compostos."
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Salmos! O cântico do povo de Deus - João Calvino
Categories :
"Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento."(1 Cor 14:15)
"...Quando ele diz, cantarei salmos, ou, cantarei, ele faz uso de uma instância específica, ao invés de uma declaração geral. Pois, como os louvores de Deus eram o assunto dos Salmos, ele quer dizer pelo canto dos Salmos - bendizer a Deus, ou render graças a Ele, porque em nossas súplicas, ou pedimos uma coisa a Deus, ou reconhecemos algumas bênçãos atribuídas a nós. A partir desta passagem, ao mesmo tempo deduzimos, que o costume de cantar já estava nessa altura em uso entre os crentes, como parece também por Plínio, que escrevendo cerca de quarenta anos depois da morte de Paulo, menciona que os cristãos estavam habituados a cantar Salmos a Cristo antes do amanhecer. E eu de facto também não tenho quaisquer dúvidas que desde o início eles adotaram o costume da Igreja Judaica de cantar Salmos."...
João Calvino - Comentário de 1 Coríntios 14:15
Fonte: Verdade a Qualquer Custo
João Calvino - Comentário de 1 Coríntios 14:15
Fonte: Verdade a Qualquer Custo
Assinar:
Postagens (Atom)
Apresentação do 'Prática da Piedade'
O testemunho da Escritura é de que a Piedade é proveitosa para todas as coisas, residindo nela a promessa da vida que é, e da vida que há de vir [cf. 1 Timóteo 4:7,8].
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.
A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.
Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."
Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!
Teologia e Pregação Reformada Experimental
O que é Teologia e Pregação Reformada Experimental?
Muitas vezes chamado de Calvinismo Experimental ou Calvinismo Experiencial, se refere a uma tal forma de religião, construída sobre a Escritura Somente, fundamentada em Cristo Jesus, na qual, buscando-se incessantemente a Glória de Deus em todas as coisas, se testa ou prova, se exercita no conhecimento prático de toda Doutrina Bíblica.
Entendemos que há uma vital relação entre a Teologia Prática e a Piedade; como a Escritura diz, é desejável e há regozijo e benção no exercício do Conhecimento da Verdade que é segundo a Piedade [Tito 1:1].




